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Ar exterior ( Compensação ) |
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20-Jan-2007 |
| | A existência de uma lareira aberta ou com recuperador pressupõe uma extracção natural do ar para o exterior, criando em grande parte dos casos uma subpressão na habitação, que vem condicionar o bom funcionamento, por uma deficiente queima ou mesmo uma inversão do fluxo e consequente fumo no compartimento. Sempre que possível, deve ser prevista uma alimentação de ar do exterior ou de outro compartimento ventilado capaz de fazer a compensação do ar que continuadamente é consumido pelo fogão de sala ou recuperador de calor. Deve existir uma entrada de ar mínima, correspondente a ¼ da secção da conduta de fumos e um mínimo de 2 dm2, salvo indicações expressas do fabricante. | |
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Actualizado em ( 12-Mar-2008 )
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Informações sobre chaminés ( Telhado ) |
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20-Jan-2007 |
| | A chaminé, ao chegar ao exterior e no seu final, não poderá ter obstáculos num raio de 6/8 metros. Deve terminar a um nível de 50 cm acima de qualquer obstáculo, salvo em coberturas em terraço que deverá situar-se 1,20 m acima do ponto mais alto (muro por exemplo). O chapéu da chaminé deverá ter uma concepção não obstrutiva. Quer dizer, deve garantir que o ar que entrar por um dos lados possa rapidamente sair pelo outro e, por via disso, não pressionar o fluxo ascendente, antes pelo contrário, criar um efeito de sucção. Deverá ter aberturas “francas” para todos os lados. | | | | | |
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Actualizado em ( 12-Mar-2008 )
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Notas técnicas acerca de chaminés |
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20-Jan-2007 |
| | Antes de proceder à instalação de um recuperador há que verificar, antes de tudo, as condições da chaminé existente ou a construir. Uma chaminé tem que ser compatível com o recuperador a instalar. No entanto, há regras básicas a considerar: - A estanquidade da conduta e sua estabilidade geral
No caso de uma chaminé não compatível é necessário proceder à instalação de uma conduta normalizada e certificada para combustível lenha. Deve ter-se em atenção que a temperatura de fumos de um recuperador, ainda que possa variar com o seu grau de eficiência, poderá atingir os 400ºC ou mesmo mais, em aparelhos de concepção mais antiga. Uma tubagem em inox será sempre de considerar. Acerca do dimensionamento da conduta, há que ter em consideração que o próprio Regulamento Geral de Edificações Urbanas prevê uma conduta com área mínima de 400 cm2, seja para recuperador ou lareira aberta. No entanto, o seu dimensionamento tem que ver com o recuperador a utilizar, pois existem hoje no mercado recuperadores de maiores dimensões e consequentemente com necessidades de área de conduta acima dos 400 cm2. O dimensionamento de uma conduta (evacuação) tem que ver no essencial com a área de entrada de ar (admissão) e com a altura da mesma. Não entrando em pormenores de dimensionamento, cabe no entanto, afirmar que a dimensão da conduta de saída do recuperador deve ser mantida em toda a sua extensão, ainda que em chaminés com desnível superior a 7/8 metros seja por vezes aconselhável a utilização de um moderador de tiragem, por forma a evitar a combustão violenta (forja). A combustão excessiva não significa mais potência de aquecimento e nomeadamente nunca aumento de rendimento. No caso de um recuperador para funcionamento unicamente com porta fechada, a conduta de fumos poderá ter um mínimo de 153 mm de diâmetro hidráulico. Na generalidade dos recuperadores, que como é óbvio deverão ser instalados para funcionamento também com porta aberta, a conduta deve ter uma secção mínima correspondente a um diâmetro hidráulico de 200 mm.
Exemplo: Conduta de 20x20 estará bem. Uma conduta de 40x10 estará mal. Ainda que possuam ambas a mesma área. | |
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Actualizado em ( 12-Mar-2008 )
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Que madeira escolher? |
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20-Jan-2007 |
| | Todas as madeiras detêm, por kg líquido de massa, a mesma quantidade de energia calorífica. Há no entanto, que ter em atenção que cada tipo de madeira com o mesmo peso tem um volume diferente, visto a estrutura diferenciada das suas células.Para atear o fogo são especialmente indicadas as madeiras de mais baixa densidade (kg/m3 < 500). Para alimentação regular da chama são adequadas as madeiras com densidade mais elevada (kg/m3 > 500). Em Portugal, o carvalho que tem elevada densidade é uma excelente espécie para queima. O eucalipto, muito abundante como sabemos, também deverá ser utilizado, aliás como o sobreiro sem casca ou o azinho. Há que considerar a higrometria da lenha. A humidade reduz drasticamente o poder calorífico de qualquer madeira. Pode afirmar-se que uma madeira com 50% de humidade reduz em 2 vezes o seu poder calorífico. As madeiras não devem ter uma humidade superior a 18%.As espécies resinosas (pinho) devem ser excluídas, devendo sempre optar-se por espécies folhosas. | | | | | | |
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Actualizado em ( 12-Mar-2008 )
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Informações sobre o combustível (madeira) |
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20-Jan-2007 |
| | Antes de quaisquer comentários sobre o tipo de madeira a utilizar, há que tecer breves considerações acerca da sua utilização como combustível e seu enquadramento nas condições ambientais. Assim: A madeira é energia solar armazenada. Luz solar, água e dióxido de carbono são os seus componentes. A madeira só liberta a mesma quantidade de dióxido de carbono que extraiu do ar e recupera-o quimicamente enquanto árvore. Quer isto dizer, que é indiferente se a madeira é queimada ou se apodrece na floresta. A libertação do dióxido de carbono é sempre a mesma. As restantes árvores absorvem o dióxido de carbono que a madeira liberta durante a combustão, criando um ciclo natural de absorção do dióxido de carbono. Na generalidade dos países europeus, o aumento de material lenhoso próprio da produção florestal é em média superior a 40% ao consumo de lenha e madeira de construção. Assim, é ecologicamente razoável queimar madeira desta maneira. | |
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Actualizado em ( 12-Mar-2008 )
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